Inquéritos

Seleção entrevistadores – EpiFloripa Idoso 2017

SELEÇÃO DE ENTREVISTADORES

O EpiFloripa Idoso é um estudo populacional, de base domiciliar, vinculado ao departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e com a participação de vários Programas de Pós-Graduação da Instituição. Esse estudo tem como objetivo conhecer e acompanhar as condições de vida e de saúde da população idosa do município de Florianópolis-SC. Iniciou em 2009/10, no qual foram entrevistados 1.705 idosos, e seu seguimento ocorreu em 2013/14, contando com 1.197 participantes.

Nesse contexto, a equipe de organização do estudo está na etapa de planejamento da 3ª onda da pesquisa, e para isso está selecionando entrevistadores para o trabalho de campo. As entrevistas serão remuneradas via Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU/UFSC) no valor de R$60,00 (por entrevista realizada) e os pré-requisitos para os candidatos são:

- Ser estudante de pós-graduação (preferencialmente dos cursos da área da saúde);

- Ter disponibilidade de tempo para a realização das entrevistas (mínimo de 10 entrevistas semanais, aproximadamente 20h semanais);

- Possuir flexibilidade de horários;

-  Possuir disponibilidade de participar do treinamento como parte do processo de seleção (será fornecido certificado de participação). O treinamento será realizado no Centro de Ciências da Saúde da UFSC pela equipe organizadora do projeto, em dias e horários que serão informados por e-mail aos inscritos. O treinamento constará de: informações acerca da pesquisa, da coleta de dados, perfil e postura do entrevistador, conhecimento e aplicação do questionário, mensuração de medidas clínicas e aplicação de testes físico-funcionais;

- Ter boa comunicação e relacionamento com a população idosa.

As inscrições poderão ser realizadas até o dia 20/07/2017 enviando e-mail com o assunto: SELEÇÃO DE ENTREVISTADORES para o endereço eletrônico:  epifloripaidoso@gmail.com

No corpo do e-mail devem constar as seguintes informações:

Nome Completo:

Data de Nascimento:

Curso matriculado:

Nº de Matrícula:

Instituição:

Bairro de Residência:

Horas semanais disponíveis para a pesquisa:

Telefone para contato:

 

Após a etapa de inscrições entraremos em contato para agendar uma entrevista com os candidatos.

O processo de seleção constará das seguintes etapas: entrevista, treinamento, avaliação escrita e avaliação do desempenho prático.

Após a divulgação dos resultados, os candidatos selecionados deverão assinar contrato. Para os estudantes externos à UFSC será estabelecido contrato de estágio remunerado.

A previsão para o início das entrevistas será na primeira semana de agosto/2017.

 

A Equipe EpiFloripa Idoso agradece a atenção e espera seu contato!

 

Quedas em idosos de Florianópolis/SC

Entre as necessidades geradas pelo processo de envelhecimento populacional destaca-se estudar as condições de vida e de saúde das pessoas idosas. Dentre alguns fatores importantes estão as quedas, que podem acarretar graves prejuízos para os idosos, tais como morbidades, mortalidade, elevar o tempo de hospitalização, assim como os gastos e institucionalizações precoces. Assim, o EpiFloripa Idoso, estudo populacional, de base domicilia, conduzido com idosos de Florianópolis/SC, tem como um de seus objetivos mostrar à população como está a saúde dos idosos residentes na região urbana do munícipio.

Ao investigar os fatores que podem ocasionar quedas dentro e fora do domicílio, em 1619 idosos residentes em Florianópolis, evidenciou-se que destes, 287 idosos tiverem alguma queda nos anos de 2013/2014, sendo que a maioria (62,97%) caiu fora do domicílio. Os fatores que podem influenciar na ocorrência de quedas fora do domicílio são ter percepção ruim das calçadas perto de casa, perceber a própria saúde ruim/muito ruim, morar em locais com poucas áreas comerciais e com pouca quantidade de calçadas. Já os fatores que influenciam a ocorrência de quedas dentro do domicílio são ter 70 anos ou mais de idade e fazer uso de cinco ou mais medicamentos.

Alertar os idosos quanto aos cuidados necessários para evitar a ocorrência das quedas, assim como orientá-los sobre a gravidade do evento e as complicações que este pode causar, também é uma necessidade diante da pouca importância que os idosos atribuem às quedas. Além disso, para promover a diminuição da ocorrência de quedas em idosos, as intervenções devem ser planejadas com foco nas particularidades não só do ambiente domiciliar do idoso, mas também do ambiente construído, com maior atenção para a conservação das características do ambiente, o que nem sempre é levado em consideração e expõem os idosos a riscos.

 

Fonte:

- Antes, Daniele Ledur. Relação de fatores individuais e do ambiente construído com a prevalência de quedas em idosos de Florianópolis. Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina. 2015.

 

Acompanhe mais notícias sobre o projeto:

www.epifloripa.ufsc.br

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Sintomas depressivos em idosos de Florianópolis/SC

As transições demográficas, epidemiológica e comportamental que evidenciam o envelhecimento da população mundial, ratificam a necessidade de estudar as condições de vida e saúde dos idosos. Assim, o EpiFloripa Idoso, estudo longitudinal, representativo da população idosa de Florianópolis/SC, tem como um de seus objetivos mostrar à população como está a saúde dessa população que  reside na região urbana do munícipio.

Dentre as condições de saúde, pesquisar os sintomas depressivos é muito importante, pois é considerado um dos problemas psiquiátricos mais comuns e importantes na população idosa, podendo ocasionar incapacidade, outros agravos e saúde, perda da qualidade de vida e da autonomia.

Ao pesquisar sobre o número de idosos com relato de sintomas depressivos em Florianópolis, foi identificado que 23,9% (no ano de 2009) e 19,0% (em 2014) apresentaram sintomas depressivos elevados. Os fatores que podem contribuir para o aparecimento ou alteração desses sintomas foram: baixa escolaridade; situação econômica ruim; déficit cognitivo; percepção negativa de saúde; dependência funcional; dor crônica e idade avançada (70 anos ou mais). Por outro lado, a prática de atividade física, a participação em grupos de convivência ou religiosos e a atividade sexual se mostraram fatores protetores, ou seja, podem ajudar a população idosa na prevenção desses sintomas. Um aspecto que merece destaque é que entre os idosos que se mantiveram ativos no lazer desde a primeira entrevista (2009) a chance de ter sintomas depressivos em 2014 foi menor. Assim, para a prevenção dos sintomas depressivos e promoção da saúde mental, sugere-se o envolvimento dos idosos em grupos fazendo atividades que estimulem a função cognitiva, física e social, além da prática de atividades físicas nos diferentes contextos da vida (lazer, deslocamento, atividades domésticas e trabalho), considerando àquelas que despertem prazer e realização.

 

Fontes:

- Borges, Lucélia Justino. Sintomas depressivos e atividade física em idosos: estudo longitudinal. Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina. 2014.

 

Qualidade de vida de idosos de Florianópolis/SC

As transformações demográficas, aliadas ao aumento da expectativa de vida, repercutiram na necessidade de estudar as condições de vida e saúde dos idosos, incluindo sua qualidade de vida. Neste sentido, o EpiFloripa Idoso, estudo populacional, domiciliar e representativo para idosos de Florianópolis/SC, tem como um de seus objetivos mostrar à população de Florianópolis/SC como está a saúde dos idosos residentes na região urbana do município.

Ao investigar a associação das mudanças nas relações sociais e no estilo de vida, ocorridas no período entre 2009/2010 e 2013/2014, sobre a qualidade de vida de 1197 idosos, evidenciou-se que estes possuem uma boa qualidade de vida. Os principais fatores que contribuíram para isso foram: retornar ao trabalho após a aposentadoria, manter o uso da Internet, começar a participar de grupos religiosos ou de convivência e praticar atividade física regularmente. Entretanto os fatores que tiveram impacto negativo na qualidade de vida foram permanecer morando com a família e o excesso de peso corporal (ter índice de massa corporal e circunferência da cintura elevados).

Idosos estão sujeitos à ocorrência de eventos importantes à saúde em seu dia a dia. Apesar disso, algumas mudanças contribuem com a melhora da qualidade de vida e à habilidade de adaptar-se às possíveis dificuldades enfrentadas nessa faixa etária.

 

Fontes:

- Marques, Larissa Pruner. Qualidade de vida em idosos e sua associação com mudanças nas relações sociais e no estilo de vida, Florianópolis-SC, Estudo EpiFloripa Idoso. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina. 2015.

- Tessari, Ana Aparecida. Mudança no estado nutricional e qualidade de vida em idosos de Florianópolis. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina. 2015.

 

Equipe EpiFloripa Adulto 2014

 

Pesquisadores

Claudia Colussi

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Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1998), mestrado em Saúde Pública pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003) e doutorado em Odontologia em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010). Professora Adjunta do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina e membro do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Avaliação em Saúde – NEPAS – da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, atuando principalmente nos seguintes temas: saude bucal, saude do idoso, saúde comunitária, planejamento, gestão e avaliação em saúde.

David Alejandro González Chica

david.epidemio@gmail.com

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4258144T2

Médico pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Católica de Santiago de Guayaquil – Equador, Especialista em Doenças Pediátricas Infecciosas e Parasitárias pelo Instituto de Saúde Carlos III (Espanha). Mestre e Doutor em Epidemiologia, com área de concentração estudos de Ciclo Vital) pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Pós-doutorado em avaliação da composição corporal e determinantes precoces pela UFPel. Docente do Departamento de Nutrição e credenciado no Programa de Pós-graduação em Nutrição Coletiva da UFSC desde 2010. Atua principalmente nos seguintes temas: epidemiologia nutricional, análise de estudos longitudinais, obesidade, iniqüidades em saúde, educação em saúde.

Diego Augusto Santos Silva

diegoaugustoss@hotmail.com

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Possui Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Federal de Sergipe. Especialização em Fisiologia do Exercício aplicado ao Treinamento e a Saúde. Mestrado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é aluno do curso de Doutorado em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em cineantropometria e atividade física e saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: sobrepeso, obesidade, fatores de risco à saúde, maturação, crescimento somático e exercício físico.

Doroteia Aparecida Höfelmann

doroaph@yahoo.com.br

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Possui graduação em Nutrição pela Universidade do Vale do Itajaí (2003) e mestrado em Saúde Pública pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva da UFSC e professora da Universidade do Vale do Itajaí, atuando principalmente nos seguintes temas: epidemiologia, saúde do trabalhador, auto-avaliação de saúde, excesso de peso.

Douglas Francisco Kovaleski

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douglas.kovaleski@gmail.com

Douglas Francisco Kovaleski mestre e doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é professor da UFSC e coordena o Pro-PET Saúde na UFSC e o projeto VERSUS no Estado de Santa Catarina. Atua junto ao Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade na Atenção Básica. Suas principais linhas de pesquisa são: Avaliação em saúde, Associativismo Político e Saúde, Saúde mental na Atenção Básica e Bucalidade. É professor adjunto no Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina.Também conduz orientações no Mestrado Profissional em Saúde mental na mesma instituição.

Eleonora D’Orsi

eleonora@ccs.ufsc.br

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=N461939

Médica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Mestre em Saúde Pública e Doutora em Ciências da Saúde, com ênfase em Epidemiologia – pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Professora Adjunta do Departamento de Saúde Pública e credenciada junto ao Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da UFSC. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase na área de Epidemiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde da mulher e saúde do idoso.

João Luiz Dornelles Bastos

joao.luiz.epi@gmail.com

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4778698U1

Cirurgião-dentista, Mestre e Doutor em Epidemiologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Docente do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2010. Atua na área de saúde coletiva, com ênfase em epidemiologia das desigualdades em saúde.

Karen Glazer Peres

karengp@ccs.ufsc.br

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4796318A4

Cirurgiã-dentista pela Universidade Paulista (UNIP), Mestre em Odontopediatria pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Mestre em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP, Doutora em Saúde Pública pela FSP-USP com estágio na University College London, Pós-doutorado em Epidemiologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Universidade de Otago, Nova Zelândia. Docente do Departamento de Saúde Pública da UFSC e é credenciada nos Programas de Pós-graduação em Saúde Coletiva e Odontologia da UFSC. Bolsista de produtividade do CNPq, nível 2, na área de Epidemiologia tem experiência com estudos de saúde bucal de base populacional. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Epidemiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: epidemiologia das doenças não transmissíveis, epidemiologia da saúde bucal e desigualdades em saúde. Coordenadora do programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (2010-2012). É coordenadora do Centro Colaborador de Vigilância à Saúde Bucal do Ministério da Saúde.

Marco Aurélio Peres

marco.peres@adelaide.edu.au

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4723902U0#Producaocientifica

Coordenador do Estudo EpiFloripa. Cirurgião-dentista pela Faculdade de Odontologia da USP, Especialista e Mestre em Saúde Pública pela FSP-USP. Em 2002 concluiu o doutorado em Saúde Pública, área de Epidemiologia, pela Faculdade de Saúde Pública da USP com estágio (bolsa sanduiche) na University College London. Em 2006 realizou pós-doutorado em Epidemiologia pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas, Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas. Realizou estágio sênior no exterior (CNPq) junto à Universidade de Otago, Nova Zelândia. Desde 1995 é Professor do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é Professor Associado do Departamento de Saúde Pública e orientador credenciado dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e em Odontologia da Universidade Federal de Santa Catarina e pesquisador nível 1C do CNPq. Como linhas principais de pesquisa destacam-se a Epidemiologia da Saúde Bucal, Epidemiologia do ciclo vital, Desigualdades em Saúde, Avaliação de efetividade de serviços de saúde e Inquéritos populacionais.

Yara Maria Franco Moreno


yarafmoreno@gmail.com

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707924Z1

Nutricionista pela Universidade Federal do Paraná, Mestre em Alimentos e Nutrição pela Universidade Estadual de Campinas, Doutora em Saúde da Criança e do Adolescente pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente é Docente do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Tem experiência na área de Avaliação do Estado Nutricional e Imunonutrição, atuando principalmente nos seguintes temas: concentrado proteico de soro de leite, prebióticos e Síndrome da Imunodeficiência Humana em Pediatria.

Pesquisadores Associados:

Angelica Scherlowski Fassula

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Possui graduação em Nutrição e especialização em Nutrição Clínica Funcional. Cursou todas as disciplinas do curso de Especialização em Gerência e Administração de Unidades de Alimentação e Nutrição. Atuação em Administração e Aquisição de insumos alimentares para empresa de refeições coletivas, desenvolvimento de treinamentos técnico-operacionais, alimentação escolar e nutrição infantil, bem como de população composta por crianças e adolescentes portadores de necessidades especiais. Experiência como nutricionista clínica, tendo como áreas interesse: alimentação infantil, obesidade, probióticos e alimentação funcional.

Bianca Bittencourt

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Nutricionista formada pela Universidade Federal de Pelotas – UFPEL (2010), Mestre em Ciências da Saúde, na área de concentração em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande – FURG (2012), Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC(2014).

 

 

Camila Laís Amaral

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Possui bacharelado em Educação Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC (2010) e pós-graduação em Exercício Físico aplicado à Reabilitação Cardíaca e a Grupos Especiais pela Universidade Gama Filho – UGF (2012). É mestre em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2014). Atualmente é acadêmica de Nutrição pelo Centro Universitário Estácio de Sá de Santa Catarina, com foco na linha de pesquisa em estudo dietético e bioquímico relacionado com o estado nutricional.

Carla Zanelatto

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Carla Zanelatto possui graduação em Nutrição pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (2011), com ênfase em Avaliação nutricional da coletividade. Concluiu o Mestrado em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina em 2014. Atualmente é Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva na Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC na Área de Epidemiologia pela linha de pesquisa Desigualdade em Saúde. Tem experiência na área de Nutrição, com ênfase em Nutrição em Saúde Coletiva, atuando principalmente nos temas: bullying, estado nutricional de populações, consumo alimentar e no estudo das relações entre discriminação e saúde, estando vinculada ao Estudo EpiFloripa Adulto

Francieli Cembranel

Possui graduação em Nutrição pela Universidade Federal de Pelotas – UFPEL-RS (2005), especialização em Nutrição Clínica pela Universidade do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUI (2007) e Mestrado em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Catarina. Possui experiência na área de Nutrição, com ênfase em Avaliação do Estado Nutricional e Intervenção Nutricional em Coletividades, Epidemiologia e Nutrição em Saúde Pública.

Franco Adrius Ache

 

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Possui graduação em Educação Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC (2009), e mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2013). É especialista em Saúde da Família pela UFSC (2014). Doutorando do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da UFSC. Atualmente atua como Profissional de Educação Física do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), no município de São Bonifácio, desenvolvendo projetos ligados à atividade física e saúde e coordenador do programa “São Bonifácio em Forma”. Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase na linha de pesquisa atividade física e saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: atividade física, saúde, educação, envelhecimento e qualidade de vida.

Helena Mendes Constante

Graduanda em Odontologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Bolsista de Iniciação Científica pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq – UFSC por quatro anos consecutivos pelo Departamento de Saúde Pública.

Julia Pessini

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Possui graduação em Nutrição pela pela Universidade da Amazônia (2012). Mestrado em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina (2014), com ênfase em Diagnóstico e Intervenção Nutricional em Coletividades. Atualmente faz parte da equipe de pesquisadores do Estudo EpiFloripa Adulto 2014.

Luísa Harumi Matsuo

Graduanda em Nutrição na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), bolsista de Iniciação Científica pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq – UFSC

Manoela Lira Reis

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Farmacêutica com habilitação em Análises Clínicas pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é mestranda do Laboratório de Oncologia Experimental e Hemopatias do Laboratório de Análises Clínicas no Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, atuando na área de Biologia Molecular (Extração de ácidos nucleicos, PCR, eletroforese) e Imunofenotipagem (Citometria de Fluxo).

 

Marui Corseuil Giehl

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2006). Possui Mestrado em Saúde Coletiva (2010), na área de concentração de Epidemiologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Possui Doutorado em Saúde Coletiva (2014) (UFSC). Realizou estágio de Doutorado em Saúde Pública na Washington University in St. Louis (EUA). Tem experiência na área de Atividade Física e Saúde , atuando principalmente nos seguintes temas: atividade física e saúde, envelhecimento e saúde, ambiente e atividade física, epidemiologia da atividade física, saúde coletiva.

 

Raíssa Ortiz Pereira

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Estudante de graduação em Farmácia na Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é bolsista de extensão no projeto Avaliação da satisfação dos usuários da rede de atenção à saúde do município de Florianópolis, SC, orientada pela Prof. Dra. Claudia Flemming Colussi.

Rebeca Cipriano Braga Silva

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina. Graduanda em Educação Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Experiência em acompanhamento nutricional de praticantes de atividade física

Silvia Giselle Ibarra Ozcariz

Nutricionista pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Mestre em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutoranda em Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Tem experiência na área de Epidemiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Epidemiologia Nutricional, Consumo Alimentar, Educação Nutricional, Nutrição Materno-Infantil e Saúde do Adulto.

Tatiane Goetz Malikoski

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Nutricionista graduada pela Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL (2013). Atualmente é mestranda do Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na linha de pesquisa: Diagnóstico e Intervenção Nutricional em Coletividades. Integrante do Projeto EpiFloripa: Condições de saúde da população adulta do município de Florianópolis, Santa Catarina: estudo de base populacional.

Tiago Rodrigues de Lima

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Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (2008), especialização em Fisiologia do Exercício pela Universidade Gama Filho (2010);especialização em Musculação e Condicionamento Físico pela Universidade Gama Filho-UGF(20013); Mestrando em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC (2014). Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em esportes, fisiologia dos exercícios e treinamento resistido. Atuando principalmente nos seguintes temas:Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em esportes e fisiologia dos exercícios, atuando principalmente nos seguintes temas: Fisiologia do Exercício,Treinamento Resistido, Treinamento Físico e Prescrição de atividades físicas.

 

Vanessa Fernanda Goes

Graduada em Nutrição (2010) e Mestre em Ciências Farmacêuticas (2012) pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO). Participou durante a graduação de programas de extensão vinculados ao Programa Universidade Sem Fronteiras do Governo do Paraná e de Monitoria Voluntária na disciplina de Antropologia da Saúde. Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. É integrante do grupo de pesquisa EpiFloripa Idoso e Adulto. Com experiência em avaliação do estado nutricional e consumo alimentar de pré-escolares; avaliação nutricional, bioquímica e cognitiva de idosos portadores de Doença de Alzheimer.

 

Vanusa Floriani Lopes

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Possui ensino médio segundo grau pelo Colégio Energia – Brusque (2007). Atualmente é graduanda de Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Catarina

 

Waleska Nishida

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Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Processamento de Dados pelo Cesupa, Mestre em Nutrição, linha de pesquisa “Nutrição em produção de refeições e comportamento alimentar”, e  Mestre em Engenharia de Produção, área de concentração Inteligência Aplicada pela UFSC. Doutoranda na mesma universidade no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva, área de concentração Epidemiologia. Nutricionista pesquisadora do Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Escolar – CECANE/SC. Participa do Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições – NUPPRE.

 

 

 

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Questionário Geral

Aplicado em todo coorte.

Para visualizar o questionário aplicado em 2012.Clique Aqui

Modelo de Recordatório Alimentar

Utilizado para obter informações sobre o consumo alimentar de toda amostra (visita presencial) e uma sub-amostra de 40% para um segundo recordatório via telefone.

Para visualizar o modelo de Recordatório Alimentar Clique Aqui

Questionário de Hábitos e Acesso à Alimentação Saudável

Aplicado em uma sub-amostra de 40% que foi obtido a ingesta alimentar via telefone.

Para visualizar o Questionário de Hábitos e Acesso à Alimentação Saudável. Clique Aqui

Financiamento e Orçamento

Para o segundo estudo, EpiFloripa adulto 2012 foi obtido novo recurso do CNPq no valor de R$ 101.000,00. Este recurso foi integramente destinado a remuneração dos profissionais de campo e de uma auxiliar de pesquisa. Esta etapa contou novamente com a atuação de pesquisadores e estudantes de pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina.

Manual de Instruções 2012

Para visualizar o Manual de Instruções Clique Aqui